As silhuetas crepusculares desta cidade sao perfeitas,
sublimam a melancolia que me corrói a alma,
embalado por vultos fugazes, no mistério das sombras
vou caminhando, carregando o peso ofegante do mundo
embalado, confortado em melancolia,
vou correndo, transpirando a vida,
sem olhar para trás, sem voltar para trás...
nunca olhar para trás...
jamais...
oh tu! cidade grandiosa,
oh tu, rio majestoso,
glorioso horizonte ensanguentado
acolham-me, amparem o meu coracao abandonado.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
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