quarta-feira, 19 de novembro de 2008

18.11.08

solidão,
mata-me!
que donde venho
não há mais voltar.

mata-me,
que onde estou
não há como fugir,
não há respirar.

solidão,
não me deixes sonhar!
que todo o sonho traz veneno
do vazio que ela deixou.

solidão,
não me deixas amar!
que todo o amor são restos,
daquele que ela levou…

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