Admiro a determinação inocente da criança que brinca na praia à beira da rebentação construindo castelos de areia. Cada vez que uma onda lhe destrói o castelo ela recomeça, construindo um ainda maior, à espera que desta vez resista. Sem inteligência para compreender o carácter sísifico da tarefa a que se propõe. Constrói por gosto, divertida, feliz e entusiasmada.
Tivesse a vida deixado viver essa criança em mim. Trouxesse eu em mim o seu fôlego despreocupado…
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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